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domingo, 26 de maio de 2013
domingo, 7 de abril de 2013
Brigas de pais deixam marcas nas crianças
Estudo confirma que conflitos familiares influenciam modo de agir de crianças
Não são só as discussões em voz alta que prejudicam o desenvolvimento das crianças. As brigas em tom menos explícito também podem ser percebidas pelos filhos.
Outro efeito, segundo a psicóloga Luciana de la Peña, é que as crianças tendem a copiar o comportamento que presenciam. “O exemplo é sempre mais forte que a palavra. Ela vai repetir ações, e não discursos”, afirma a psicóloga.
Luciana explica também que os pais não devem subestimar seus filhos. “Pais costumam não dar crédito à capacidade do filho. Mas criança entende tudo, explica ela.
Conversa franca ajuda os filhos a superar o trauma
A boa notícia é que é possível reduzir os problemas futuros com cautela e conversa. Fábio Barbirato afirma que o ideal é evitar a briga na frente dos filhos.
Mas, caso ela aconteça, os pais devem conversar com a criança. “Os dois juntos precisam separar uma hora do dia, sentar com o filho e explicar que a discussão não tem nada a ver com ele”, explica o médico.
Além das brigas, explica Fábio Barbirato, os pais devem evitar serem rígidos demais ou muito liberais. “Esses dois modelos de criação podem favorecer quadros depressivos ou melancólicos no futuro”, afirma.
O especialista assegura também que o acompanhamento psicológico de crianças com problemas decorrentes das discussões deve ser feito em conjunto. “Fazemos um trabalho de psicoeducação com os pais. Assim, conseguimos orientá-los melhor”, diz o médico.
OBSERVAÇÃO ATENTA AJUDA A IDENTIFICAR INÍCIO DE ALGUM PROBLEMA NO COMPORTAMENTO
As crianças costumam apresentar sinais de que estão com algum tipo de problema psicológico. Se até os dois anos ela costuma puxar os pais para fazer as coisas e não tenta se comunicar ou se aproximar de outras crianças, é possível que esteja com um início de algum distúrbio psicológico.
A psicóloga Luciana de la Peña destaca que os pais precisam estar sempre atentos ao comportamento dos filhos. “Perceber se houve mudança no desempenho escolar e ficar atento a avisos de professores e amigos de turma sobre alguma diferença nos hábitos é essencial”, diz.
Mais agressividade ou isolamento podem também indicar algum problema.
sexta-feira, 5 de abril de 2013
Crianças que tomam café da manhã regularmente são mais inteligentes
Estudo com mais de mil crianças chinesas reafirma a importância da primeira refeição do dia
Marcela Bourroul
Pão, leite, frutas, iogurte. Tomar café da manhã regularmente
faz muita diferença na vida das crianças. Um dos principais benefícios é o
desenvolvimento da inteligência. Já falamos sobre esse assunto na Crescer, mas
um novo estudo reforça a importância dessa refeição. Pesquisadores da Escola de
Enfermagem da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, analisaram dados
de 1.269 crianças chinesas de 6 anos.
Eles atestaram que aquelas que tomavam café da manhã todos os
dias tiveram melhores resultados em testes de Q.I. (4,6 pontos a mais em
relação às que só comiam às vezes), independentemente de sexo, local de moradia
e nível de escolaridade dos pais. Para descobrir quais crianças faziam essa
refeição regularmente, os especialistas enviaram um questionário às famílias.
“A infância é um período crítico durante o qual hábitos de dieta e qualidade de
vida são ensinados às crianças, e esses hábitos podem ter implicações
relevantes de imediato e a longo prazo”, afirmou em nota a coordenadora do
estudo, Jianghong Liu.
Outras pesquisas já
haviam mostrado que não fazer essa refeição todos os dias aumenta o risco de a
criança ter sobrepeso, uma vez que, ao pular o café, ela exagera na seguinte,
consumindo também mais calorias e gorduras.
Mas, afinal, o que justifica que o café da manhã tenha tanta importância?
Segundo a nutricionista Mirella Neves, do Hospital Pequeno Príncipe (PR), um
dos motivos é que os alimentos dessa refeição são os primeiros combustíveis do
dia. Depois de várias horas em jejum, o corpo – especialmente o cérebro, caso
seu filho estude de manhã – precisa de alimentos. Outra boa razão: se a criança
não se alimenta corretamente no início do dia, pode apresentar hipoglicemia
devido à baixa presença de glicose no sangue e ficar mais mole e cansada que o
normal. Tontura, náusea e até desmaios podem aparecer. Além disso, ela pode ter
alteração no humor e dificuldade para se concentrar.
Meu filho não quer comer. E agora?
As crianças podem até dizer que não estão com vontade de comer pela manhã, mas
dificilmente estão sem fome. Para acabar com esse drama, você precisa rever a
rotina da família. Segundo o nutrólogo Artur Delgado, do Hospital Albert
Einstein (SP), é necessário criar esse hábito – e dar o exemplo – para que seu
filho aceite essa refeição como parte do dia.
Uma dica prática é acordar seu filho dez minutos mais cedo. Quando estamos
muito sonolentos, não percebemos a fome. Esse tempo extra colabora para abrir o
apetite da criança. Outra recomendação é deixar a refeição mais interessante.
Não ofereça sempre os mesmos alimentos e tente apresentá-los de forma
divertida.
Também ajuda muito transformar o café da manhã em um momento família. Se pai,
mãe e filhos conseguirem conciliar o horário para sentarem juntos, as crianças
vão valorizar mais essa refeição. “O hábito de comer pela manhã se cria
sentando à mesa. Sentar com os pais por alguns minutos também significa troca
de experiências e convivência”, afirma Mirella.
O que oferecer?
Um bom café da manhã precisa ter alimentos ricos em proteínas, carboidratos e fibras. Delgado sugere alguns itens que não devem faltar na sua mesa:
- Leite (contém proteína de alto valor biológico e muito cálcio)
- Pães integrais (eles contêm fibras e são mais saudáveis que bisnaguinha ou pão francês)
- Derivados de leite, como iogurte e queijos (no caso do queijo, prefira o fresco, ricota ou cottage. São mais saudáveis que os queijos amarelos e requeijão)
- Frutas (fontes de vitamina e sais minerais)
- Geleias (de preferência sem adição de açúcar)
Sobre o achocolatado, o médico afirma que não é um alimento saudável, mas se a
criança só aceitar o leite dessa forma, tudo bem colocar uma colher. Se o seu
filho está acostumado com mais do que essa quantidade, tente ir diminuindo um
pouco a cada dia. Outra dica é usar margarina vegetal com baixo teor de gordura
em vez de manteiga.
Um último lembrete para os pais que acham que as crianças ‘não
gostam de nada’: “Para uma criança se adaptar a algum tipo de alimento, ela precisa
ter contato com ele entre oito e doze vezes. Só depois disso é que se pode
definir seu gosto. E ela só pode provar coisas diferentes se os pais
oferecerem”, diz Delgado.
Fonte: Nova Escola
segunda-feira, 11 de março de 2013
Agressividade Infantil
A família exerce um papel importante na formação da criança, mas o professor
também tem função importante quanto a essa questão Por isso, a forma com que o
professor lida com os conflitos, apresentando, por exemplo, comportamentos
agressivos, poderá levar o aluno a repeti-los. A escola por sua vez, sendo um
lugar que instrui, não deve tolerar a agressividade excessiva. É relativamente
fácil identificar o padrão comportamental destas crianças: batem, empurram,
resmungam, fazem birras, recusam-se a cooperar e dificilmente controlam as suas
reações. Independentemente de o seu alvo ser outra criança ou um adulto, o
resultado é o mesmo: frustração, irritação e punição. Como estas crianças
tendem a provocar o medo entre o grupo de pares, são normalmente postas de parte,
pelo que lhes é mais difícil criarem amizades, gerando-se ciclos viciosos
preocupantes.
Quando as brigas são frequentes, isso pode
ser um sinal de que a criança tem outros problemas. Por exemplo, pode estar
triste ou alterada, ter problemas para controlar a coragem, ter sido testemunha
de violência ou ter sido vítima de abuso no cuidado diurno, na escola ou em
casa. As pesquisas têm demonstrado que as crianças que
são fisicamente agressivas em idade muito pequena, têm tendência a
continuar com este comportamento quando maiores. Os estudos também demonstraram
que as crianças que são expostas à violência e à agressão repetidamente através
da televisão, vídeos e filmes, agem de forma mais agressiva.
Mas isto não significa que não haja nada a fazer. Pelo
contrário, existem maneiras de lidar com o comportamento agressivo e desafiador
das crianças. Em primeiro lugar,
importa fazer a distinção entre mau comportamento e criança má. Mesmo quando a
criança é agressiva, ou provoca o adulto, é importante aceitar que estamos
perante um mau comportamento, em vez de rotularmos a criança. Uma postura
positiva que o professor poderá adotar diante da conduta agressiva do aluno é a
de se aproximar dele, assim estará oferecendo-o a possibilidade de falar sobre
seus sentimentos e até mesmo sobre seus atos. Outra tática importante para
lidar com estas crianças é a capacidade para manter a calma. Trata-se de uma
tarefa difícil, às vezes hercúlea, mas frutífera. A ideia de vermos uma
criança a desafiar as regras, desobedecendo a tudo o que lhe é proposto fará,
quase de certeza, com que a tensão arterial do adulto responsável suba
vertiginosamente. Mas é importante reconhecermos que estamos
perante uma criança que não é capaz de controlar as suas próprias emoções, pelo
que, se o adulto perder as estribeiras, acabará por reforçar positivamente a
agressividade da criança. Às vezes, o melhor é “sair de cena” e tentarmos
acalmar-nos antes de reagir, mesmo que tenhamos que dizer à criança “O teu
comportamento está a enervar-me tanto que eu preciso de me acalmar primeiro”.
Mas depois é preciso voltar e atuar com a firmeza que a situação exige. Isto
mostrará à criança que os adultos, tal como ela, também sentem raiva e ficam
chateados.
Outra medida que também funciona é o teatro de bonecos,
representando conflitos do cotidiano da criança.
Sendo a raiva a emoção mais fácil
de sentir, muitas crianças acabam por usar o comportamento agressivo ou
desafiador para mascarar outros sentimentos, como a tristeza profunda. É
importante ajudá-las a usar as palavras para expressar a sua dor e/ou para falar
sobre as situações adversas.
CONCLUSÃO:
Considerando-se que a agressividade, como assinala Winnicott
(1939/1987a, 1956/1987b), é uma reivindicação ao ambiente visando ao
reconhecimento e retorno a um período de privação crítica para a retomada do
desenvolvimento emocional, a escola não poderia deixar de vivenciar
manifestações de comportamento agressivo. Ao oferecer um ambiente relativamente
estável, com regras claras, a escola configura um espaço de confiabilidade,
constância e segurança, muitas vezes ausente da história de vida de algumas
crianças. Assim, elas depositam suas necessidades de atenção, afeto e firmeza
nos educadores, esperançosas de contarem com parâmetros e limites que,
geralmente, não foram estabelecidos pela família.
Os professores não se mostram indiferentes a essa demanda; ao contrário, cumprem papel ativo perante as crianças mais agressivas, alimentando-lhes a esperança de alcançar uma estabilidade interna. Evidências dessa postura podem ser encontradas na fala dos docentes, que assumem, apesar do desgaste, providências para o manejo da agressividade em sala de aula.
Além disso, sustentam a crença em um modelo de relação professor-aluno ideal, cujos valores estão pautados na tolerância, compreensão, respeito e disponibilidade, anseios que devem ser transmitidos, de algum modo, na relação com as crianças.
-Programar atividades físicas e lúdicas em que os alunos gastem bastante energia.
-Levar a garotada para brincar ao ar livre.
-Planejar aulas com vídeos ou filmes que possibilitem a reflexão e o registro sobre as consequências de bom e mau comportamento.Quem sai ganhando nas relações com os outros? Criar momentos de conscientização e autoavaliação individual e coletiva do grupo.
-Aplicar técnicas de relaxamento.
Por: Rosângela Vali
Fonte: http://rosangelavalipsicopedagogia.blogspot.com.br/
Marcadores:
Agressividade infantil,
comportamento,
Winnicott
sexta-feira, 8 de março de 2013
O efeito das cores no cérebro
Efeito das Cores no Cérebro
Um novo estudo da University of British Columbia esclarece um debate que vem sendo travado há
tempos por psicólogos e publicitários – que cor torna o cliente mais receptivo à propaganda? Azul ou
vermelho? Aparentemente, ambas as cores podem produzir o efeito. Tudo depende da mensagem
que a propaganda deseja passar. O estudo, que pode ter, também, um impacto significativo em
design de interiores, diz que o vermelho deve ser usado para atrair a atenção do consumidor a detalhes.
O azul, por sua vez, estimula a criatividade.
“Tanto o azul como o vermelho foram considerados capazes de aumentar a capacidade cognitiva, em
estudos anteriores” explica Juliet Zhu, professora da faculdade de administração da University
of British Columbia. “No entanto, não podíamos dizer qual proporcionava um efeito maior. Agora sabem
os que depende da mensagem que queremos passar” completa.
O estudo realizou testes cognitivos em 600 voluntários. Perguntas eram feitas em computadores – e a
tela de fundo do programa era azul, vermelha ou branca.
O vermelho apresentou mais resultados positivos em tarefas que exigiam atenção a pequenos detalhes,
ou uma leitura mais minuciosa (comparado com o azul, 31% a mais de acertos). Já o azul proporcionou
mais acertos em situações que exigiam brainstorming, demonstrações de criatividade – usuários da
tela azul tinham redações muito mais criativas do que os de tela vermelha.
“Graças a sinais de trânsito, ambulâncias e às canetas vermelhas dos professores, associamos essa
cor a perigo, necessidade de atenção. Tomamos mais cuidado antes de responder algo, quando
estamos expostos ao vermelho. Nos tornamos mais vigilantes” afirma Zhu.
“O azul é associado ao céu, ao oceano e à água. Sendo assim, as pessoas relacionam a cor à
calma e à amplitude. O azul nos auxilia a deixar o óbvio e buscar soluções criativas” explica a professora.
Para estudar o impacto que essas descobertas têm na publicidade, os pesquisadores utilizaram uma
série de propagandas e produtos fictícios, coloridos, e viram quais eram as reações dos consumidores
diante deles. Os resultados foram impressionantes e confirmaram o que foi concluído das pesquisas
anteriores. Se o produto for uma pasta de dente, por exemplo, a cor vermelha na embalagem deixa as
pessoas atentas para a especificação do produto – se ele é usado para combater cáries, placa,
gengivite. Quando o azul era a cor predominante da embalagem, os voluntários ficavam mais
atentos à questões estéticas, como clareamento dental e refrescância.
sábado, 2 de março de 2013
Jogo da velha de material reciclável
Ideias simples e fáceis de fazer:
Jogo da Velha com papelão e rolo de papel higiênico
Material:
5 rolos de papel
Papel color set
Tinta Acrílica Acrilex
Tesoura sem ponta
Pincel
Régua
Papelão
Como fazer:
Recorte 2 retângulos de papel com 5 x 7cm.
Picote as laterais até o centro e encaixe-os, formando um X. Faça 5 peças. Para
o tabuleiro, recorte 4 retângulos de papelão com 25 cm x 10 cm cada. Picote as
laterais para encaixar as partes, deixando-as paralelas. Encaixe cruzando-as e
formando nove casas.
Jogo da velha com embalagem de ovos
Material:
- embalagem de ovo;- 10 bolinhas de isopor (ou tampinhas de garrafa pet sendo 5 de uma cor e 5 de outra)- tinta;- cola;- tesoura.
Como fazer:
Corte a embalagem de ovo de forma que tenha um quadrado com nove cavidades. Pinte a caixa para dar um toque mais alegre. Se optar por jogar usando as tampinhas como peças, o jogo já está pronto! Se optar pelas bolinhas de isopor, pinte cinco bolinhas de uma cor de sua preferência e cinco bolinhas de outra cor. Para facilitar a pintura e não sujar tanto as mãos espete as bolinhas com palitos de dentes. Espere secar e comece a brincadeira!
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