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sexta-feira, 8 de março de 2013

O efeito das cores no cérebro


Efeito das Cores no Cérebro



Um novo estudo da University of British Columbia esclarece um debate que vem sendo travado há 
tempos por psicólogos e publicitários – que cor torna o cliente mais receptivo à propaganda? Azul ou 
vermelho? Aparentemente, ambas as cores podem produzir o efeito. Tudo depende da mensagem 
que a propaganda deseja passar. O estudo, que pode ter, também, um impacto significativo em 
design de interiores, diz que o vermelho deve ser usado para atrair a atenção do consumidor a detalhes.
O azul, por sua vez, estimula a criatividade.
“Tanto o azul como o vermelho foram considerados capazes de aumentar a capacidade cognitiva, em 
estudos anteriores” explica Juliet Zhu, professora da faculdade de administração da University 
of British Columbia. “No entanto, não podíamos dizer qual proporcionava um efeito maior. Agora sabem
os que depende da mensagem que queremos passar” completa.
O estudo realizou testes cognitivos em 600 voluntários. Perguntas eram feitas em computadores – e a
tela de fundo do programa era azul, vermelha ou branca.
O vermelho apresentou mais resultados positivos em tarefas que exigiam atenção a pequenos detalhes, 
ou uma leitura mais minuciosa (comparado com o azul, 31% a mais de acertos). Já o azul proporcionou
mais acertos em situações que exigiam brainstorming, demonstrações de criatividade – usuários da 
tela azul tinham redações muito mais criativas do que os de tela vermelha.
“Graças a sinais de trânsito, ambulâncias e às canetas vermelhas dos professores, associamos essa
cor a perigo, necessidade de atenção. Tomamos mais cuidado antes de responder algo, quando 
estamos expostos ao vermelho. Nos tornamos mais vigilantes” afirma Zhu.
“O azul é associado ao céu, ao oceano e à água. Sendo assim, as pessoas relacionam a cor à 
calma e à amplitude. O azul nos auxilia a deixar o óbvio e buscar soluções criativas” explica a professora.
Para estudar o impacto que essas descobertas têm na publicidade, os pesquisadores utilizaram uma 
série de propagandas e produtos fictícios, coloridos, e viram quais eram as reações dos consumidores
diante deles. Os resultados foram impressionantes e confirmaram o que foi concluído das pesquisas 
anteriores. Se o produto for uma pasta de dente, por exemplo, a cor vermelha na embalagem deixa as 
pessoas atentas para a especificação do produto – se ele é usado para combater cáries, placa, 
gengivite. Quando o azul era a cor predominante da embalagem, os voluntários ficavam mais 
atentos à questões estéticas, como clareamento dental e refrescância.

sábado, 2 de março de 2013

Jogo da velha de material reciclável


Ideias simples e fáceis de fazer:




Jogo da Velha com papelão e rolo de papel higiênico





 

Material:
5 rolos de papel
Papel color set
Tinta Acrílica Acrilex
Tesoura sem ponta
Pincel
Régua
Papelão


Como fazer:

Recorte 2 retângulos de papel com 5 x 7cm. Picote as laterais até o centro e encaixe-os, formando um X. Faça 5 peças. Para o tabuleiro, recorte 4 retângulos de papelão com 25 cm x 10 cm cada. Picote as laterais para encaixar as partes, deixando-as paralelas. Encaixe cruzando-as e formando nove casas.

Jogo da velha com embalagem de ovos 


Material:

- embalagem de ovo;- 10 bolinhas de isopor (ou tampinhas de garrafa pet sendo 5 de uma cor e 5 de outra)tinta;- cola;- tesoura.

Como fazer:

Corte a embalagem de ovo de forma que tenha um quadrado com nove cavidades. Pinte a caixa para dar um toque mais alegre. Se optar por jogar usando as tampinhas como peças, o jogo já está pronto! Se optar pelas bolinhas de isopor, pinte cinco bolinhas de uma cor de sua preferência e cinco bolinhas de outra cor. Para facilitar a pintura e não sujar tanto as mãos espete as bolinhas com palitos de dentes. Espere secar e comece a brincadeira!


Obesidade Infantil








sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

A Pedra no Caminho

Lindo texto para se refletir!


Conta-se a lenda de um rei que viveu num país além-mar há muitos anos. Ele era muito sábio e não poupava esforços para ensinar bons hábitos a seu povo. Frequentemente fazia coisas que pareciam estranhas e inúteis; mas tudo que fazia era para ensinar o povo a ser trabalhador e cauteloso.
- Nada de bom pode vir a uma nação - dizia ele - cujo povo reclama e espera que outros resolvam seus problemas. Deus dá as coisas boas da vida a quem lida com os problemas por conta própria.
Uma noite, enquanto todos dormiam, ele pôs uma enorme pedra na estrada que passava pelo palácio. Depois foi se esconder atrás de uma cerca, e esperou para ver o que acontecia.
Primeiro veio um fazendeiro com uma carroça carregada de sementes que ele levava para moagem na usina.
- Quem já viu tamanho descuido? - disse ele contrariadamente, enquanto desviava sua parelha e contornava a pedra. - Por que esses preguiçosos não mandam retirar essa pedra da estrada? - E continuou reclamando da inutilidade dos outros, mas sem ao menos tocar, ele próprio, na pedra.
Logo depois, um jovem soldado veio cantando pela estrada. A longa pluma do seu quepe ondulava na brisa, e uma espada reluzente pendia à sua cintura. Ele pensava na maravilhosa coragem que mostraria na guerra.
O soldado não viu a pedra, mas tropeçou nela e se estatelou no chão poeirento. Ergueu-se, sacudiu a poeira da roupa, pegou a espada e enfureceu-se com os preguiçosos que insensatamente haviam largado uma pedra imensa na estrada. Então, ele também se afastou, sem pensar uma única vez que ele próprio poderia retirar a pedra.
Assim correu o dia. Todos que por ali passavam reclamavam e resmungavam por causa da pedra colocada na estrada, mas ninguém a tocava.
Finalmente, ao cair da noite, a filha do moleiro por lá passou. Era muito trabalhadora, e estava cansada, pois desde cedo andava ocupada no moinho.
Mas disse a si mesma: "Já está quase escurecendo, alguém pode tropeçar nesta pedra à noite e se ferir gravemente. Vou tirá-la do caminho."
E tentou arrastar dali a pedra. Era muito pesada, mas a moça empurrou, e empurrou, e puxou, e inclinou, até que conseguiu retirá-la do lugar. Para sua surpresa, encontrou uma caixa debaixo da pedra.
Ergueu a caixa. Era pesada, pois estava cheia de alguma coisa. Havia na tampa os seguintes dizeres: "Esta caixa pertence a quem retirar a pedra."
Ela abriu a caixa e descobriu que estava cheia de ouro.
A filha do moleiro foi para casa com o coração feliz. Quando o fazendeiro e o soldado e todos os outros ouviram o que havia ocorrido, juntaram-se em torna do local na estrada onde a pedra estava. Revolveram o pó da estrada com os pés, na esperança de encontrar um pedaço de ouro.
- Meus amigos - disse o rei - , com freqüência encontramos obstáculos e fardos no caminho. Podemos reclamar em alto e bom som enquanto nos desviamos deles se assim preferirmos, ou podemos erguê-los e descobrir o que eles significam. A decepção é normalmente o preço da preguiça.
Então o sábio rei montou em seu cavalo e com um delicado boa-noite retirou-se.

(Do livro: O Livro das Virtudes II - O Compasso Moral)


domingo, 10 de fevereiro de 2013

Mutismo Seletivo


Mutismo seletivo é uma condição de ansiedade social, onde uma pessoa que é capaz de falar é incapaz de se expressar verbalmente em determinadas situações.

No Manual de Estatística e Diagnose de Desordens Mentais, o Mutismo Seletivo é descrito como uma desordem psicológica rara.

Crianças (e adultos) com esse tipo de problema são completamente capazes de falar e compreender a linguagem, mas não o fazem em determinadas situações sociais, quando é o que se espera deles.

Funcionam normalmente em outras áreas do comportamento e aprendizado, embora se privam severamente de participar em atividades de grupo. É como uma forma extrema de timidez, mas a intensidade e duração a distingue.

Como por exemplo, uma criança pode passar todo o tempo completamente calado na escola, por anos, mas falar livremente ou excessivamente em casa.

Outras características são, além da timidez extrema, o retraimento social, a dependência e o perfeccionismo.

Esta desordem NÃO é considerada uma desordem da comunicação, pois a maioria das crianças se comunica através de expressões faciais, gestos, etc.

Ao ser realizado, o diagnóstico, pode ser confundido facilmente como um tipo seletivo de Autismo ou Síndrome de Asperger, especialmente se a criança atua de modo retraído na presença do psicólogo. Isto pode levar a um tratamento incorreto.

O Mutismo Seletivo é caracterizado por:


- Fracasso consistente para falar em situações sociais específicas (por exemplo, na escola, onde existe a expectativa de falar) apesar de expressar-se verbalmente em outras situações.

- Interfere nas conquistas educacionais ou com a comunicaçao social.

- O fracasso para falar não se deve a falta de conhecimento do idioma falado requerido na situação social.

- Não se considera como uma desordem da comunicação (a exemplo da gagueira).

Ainda não foram estabelecidas as causas, mas há evidencias de que existem um componente hereditário e que também é mais comum em meninas que em meninos e normalmente é percebida antes dos 5 anos de idade embora a maioria dos pais e/ou profissionais somente percebam o problema quando a criança começa na vida escolar.

Entre os aspectos negativos estão:



- Os portadores do Mutismo Seletivo encontram dificuldade em manter contato visual.

- Com frequência não sorriem em público ou em expressões vazias (sempre em público).

- Se movem de forma rígida e torpe.

- Não podem manejar situações onde se espera que falem normalmente, como uma saudação, uma despedida ou um agradecimento.

-Tendem a preocupar-se mais com as coisas de que o restante das pessoas.

- Podem ser muito sensíveis ao ruído e ao excesso de gente.

- Encontram dificuldade em falar sobre si mesmos ou expressar seus sentimentos.
.
Entre os aspectos positivos estão:



- Inteligência e percepção superior
- São sensíveis aos pensamentos e emoções alheias (empatia).

- Tem um grande poder de concentração.

- Com frequência tem um bom sentido do que é correto, incorreto e de justiça.
Fonte: http://vidadeumaborderline.blogspot.com.br/

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Como ajudar os pequenos a controlar as emoções


Sentir medo em situações novas faz parte da natureza humana e é preciso saber como lidar com essa realidade para evitar dificuldades no futuro

Adriana Toledo 

Foto: Fernanda Sá
Foto: Fernanda Sá

O ser humano, todos sabem, é um animal muito frágil. Diferentemente de outros mamíferos, que já nascem em pé e rapidamente aprendem a buscar alimento e se defender, os bebês dependem dos adultos por um longo tempo. Assim, desde o início da vida, eles experimentam a sensação de medo. Acredita-se que os primeiros temores se manifestem por volta dos 3 ou 4 meses de idade. "Nessa fase, o bebê adquire a capacidade de distinguir o familiar do estranho e aprende a diferenciar a mãe (ou o responsável) de tudo o que o rodeia", explica a psicóloga Vera Zimmermann, coordenadora do Centro de Referência da Infância e Adolescência da Universidade Federal de São Paulo. "Ao perceber a existência de um desconhecido, ele teme perder o amparo materno." 


Esse sentimento é parte da nossa vida e "é importante para a própria proteção, pois inibe a exposição excessiva aos riscos", diz a professora Márcia Barbosa da Silva, da Universidade Estadual de Ponta Grossa, no Paraná. A psicopedagoga Eliane Pisani Leite, de Brasília, completa: "O medo era uma proteção que o homem das cavernas tinha contra os ataques de predadores e até hoje nos permite sobreviver graças ao recurso da fuga quando algo nos ameaça". Até os 3 anos, é o receio de ser abandonado que mais apavora os pequenos. O escuro, a queda, o barulho e a luz forte estão, desde sempre, relacionados à separação da mãe. A partir dos 2 anos, o repertório aumenta em razão da descoberta do mundo simbólico. É por isso que muitas crianças querem distância de pessoas fantasiadas, como palhaços e Papai Noel. 


Por isso, ingressar numa escola de Educação Infantil é uma situação nova que pode provocar medo. Afinal, não haverá ninguém da família por perto. Daí a importância da adaptação. "Nos primeiros dias, o bebê ou a criança pequena podem ficar pouco tempo na creche para minimizar esse impacto", recomenda Márcia. Uma recepção calorosa e afetiva dos professores e auxiliares é fundamental para que os pequenos se sintam confiantes e protegidos. Melhor ainda se eles puderem ser recebidos sempre pela mesma pessoa.

Preparo adequado

Todo adulto que vive com crianças precisa saber lidar com o medo infantil. "Se esse sentimento não for adequadamente trabalhado, pode provocar timidez excessiva, ansiedade e até fobias", alerta o psicanalista e psiquiatra Conceil Correa, da Associação Brasileira das Inteligências Múltiplas e Emocional, em São Paulo. Além disso, os temores prejudicam o aprendizado, já que o assustado só quer ficar no colo e pára de brincar com os colegas. 

Como identificar o medo? Quando o pequeno ainda não aprendeu a falar, a solução é observar reações como choro, expressão de susto, coração acelerado, respiração intensa, inquietação, músculos contraídos e retraimento. Ao passar a conversar, rapidamente surgem frases como "estou com medo", "não gosto", "escutei um barulho" e "está atrás da porta" para expressar a angústia. 

Além de tranquilizar e acolher, você pode (sem forçar) estimular os que têm medo a falar, desenhar ou expressar o que os aflige. Assim, eles podem compreender o que estão sentindo e aprender a lidar com isso. Outra ação eficiente é dizer que você também sente medo. "A criança entende que a sensação é comum a todos", ensina Márcia. Ler livros infantis também ajuda muito. "As histórias confortam, pois mostram que, apesar dos temores das dificuldades dos personagens, eles conseguem ir em frente", diz Jefferson Mainardes, da Universidade Estadual de Ponta Grossa. 

Bebês e crianças com deficiência também sentem medo e existem pequenas variações na hora de atendê-las. O deficiente auditivo, por exemplo, pode sentir receio de um ambiente desconhecido, mas levar um brinquedo de casa para a creche costuma ser eficaz. É possível que o cego tema a dificuldade de se fazer entender. Então, procure comunicar-se com ele da mesma forma que a família. A criança com deficiência mental às vezes se assombra com um desenho na TV. Nesse caso, evite trabalhar com o mesmo personagem. Em qualquer situação, os pais precisam ser avisados. Explique que não basta dizer aos filhos que "isso não é nada" e tente orientá-los a falar sobre o sentimento.

Fonte: Revista Nova Escola
http://revistaescola.abril.com.br/educacao-infantil

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Doenças Psicossomáticas



As doenças psicossomáticas são aquelas produzidas por distúrbios emocionais, ou sentimentos como por exemplo, raiva, ansiedade, angustia,  medo, vingança,etc.

Estes sentimentos podem produzir doenças reais e físicas como a depressão, dores de barriga, diarreias ou tremores por exemplo. 

Trata-se em resumo de emoções ou sentimentos que se transformam com o tempo em doenças físicas.

Qualquer pessoa pode apresentar doenças psicossomáticas, que podem inclusive se manifestar como úlceras, câncer, sinusite, hipertensão, doenças do fígado, etc. Os sintomas variam de pessoa para pessoa, mas podem incluir:

Dor de cabeça, Angústia, Nervosismo, Dor na barriga, Dor de estômago, Crises de gastrite, Insônia, Diarreia, Medo, Sudorese,Taquicardia, etc.

A partir de Sócrates, gradualmente surgiu a ideia de que o homem seria constituído não apenas por um substrato material, mas também de uma essência imaterial, vinculada aos sentimentos e à atividade do pensamento, a alma. De acordo com teorias, o aparelho psíquico exerce uma função essencial de assimilação e elaboração dos estímulos provenientes da realidade externa e do meio interior.

A patologia também faz parte dos meios do individuo para regular sua homeostase, ou suas relações com o meio.

Fonte: tuasaude e psicologado
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